sexta-feira, 13 de abril de 2007

Amor de Kafka


O amor é como uma barata.

É constante como uma barata.

Nem bomba atômica pode destruí-lo.

Ele pode sobreviver até uma semana sem cabeça!!

Porque o amor não passa pela razão...


o amor tem asas para voar!

E traumatiza e desespera.

Inesquecível à primeira vista -- e à última também...

Amedronta até a mais valente das criaturas

E se hesitando em, é possível deixá-lo escapar.


...ah! E é marrom!

quinta-feira, 5 de abril de 2007

Excursão (Por Leonardo Brasiliense)

Chega a hora em que a galera se cansa, se acalma. As luzes do ônibus se apagam. A professora está lá na frente, na primeira poltrona, dormindo. Bate aquele friozinho e o cobertor sobe mais um pouco. Cobertor divido com a Ana Luiza. Sobe mais ainda. Ah, as pernas se trançando, devagar, pra não fazer barulho. Ah, a boquinha da Ana Luiza. A coisa esquenta, mas o cobertor só sobe, tapa cada vez mais. Brincar com piercinzinho no umbigo da Ana Luiza... Assim eu não me agüento...Amanhã o Guilherme vai ter que me contar como foi.